O Olho Que Tudo Vê, uma expressão tão freqüentemente usada, se refere ao poder do Logos Planetário de ver todas as partes, todos os aspectos e todas as fases (no
) do Seu Veículo Planetário, Seu Corpo Físico, de se identificar com todas as reações e sensibilidades de Seu mundo criado e de participar com plena consciência de todos os eventos e acontecimentos. [In: A Alma: a Qualidade de Vida, obra telepatizada por Djwhal Khul – Mestre Ascensionado da Grande Loja Branca – para a pesquisadora e escritora espiritualista de origem inglesa Alice Ann Bailey.]
Olho Que Tudo Vê
(Imagem Simbólica)
A Mônada é para o Logos Planetário o que o Terceiro Olho é para os seres-humanos-aí-no-mundo. [Ibidem.]
No que diz respeito ao Homem Espiritual, existem três órgãos de revelação, a saber:
1º - O olho humano, que proporciona a visão interior no mundo fenomênico, permitindo a entrada de luz e trazendo revelação ao ambiente;
2º - O olho da [personalidade-alma, que traz a revelação da natureza dos mundos interiores, do Reino de Deus e do Plano Divino; e
3º - O Centro dentro da Vida Única, que é chamado pela palavra sem significado “Mônada” – a Centelha dentro da Chama Única. Nos estágios finais da Iniciação [na G.'. L.'. B.'.], a Mônada se torna a reveladora do Propósito de Deus [do nosso Deus Interior], a Vontade do Logos Planetário e a Porta de Entrada para o Caminho da Evolução Superior, um Caminho que leva o homem do Plano Físico Cósmico para o Plano Astral Cósmico e, assim, para o Mundo da Sensibilidade Divina, do qual não temos compreensão possível, mas, para o qual o desenvolvimento da consciência fornece os passos iniciais. O homem aprende a usar seus olhos físicos e, por meio deles, encontrar o Caminho [de Retorno] em seu ambiente. [Ibidem.]
Tudo muda. Tudo se movimenta. Tudo se transforma.
Mas, oé imutável, inconversível e perpétuo.
O que já foi ou ainda é
– no(que não é espaço-tempo) –
se converteu ou se converterá em bóson.
Tudo muda. Tudo se movimenta. Tudo se transforma.O que já foi ou ainda é bóson
– no(que não é espaço-tempo) –
se converteu ou se converterá em pedra.
Tudo muda. Tudo se movimenta. Tudo se transforma.O que já foi ou ainda é pedra
– no(que não é espaço-tempo) –
se converteu ou se converterá em planta.
Tudo muda. Tudo se movimenta. Tudo se transforma.O que já foi ou ainda é planta
– no(que não é espaço-tempo) –
se converteu ou se converterá em bicho.
Tudo muda. Tudo se movimenta. Tudo se transforma.O que já foi ou ainda é bicho
– no(que não é espaço-tempo) –
se converteu ou se converterá em homem.
Tudo muda. Tudo se movimenta. Tudo se transforma.O que já foi ou hoje é homem
– no(que não é espaço-tempo) –
se converteu ou se converterá em um.
Tudo muda. Tudo se movimenta. Tudo se transforma.O que já foi vier a ser um
– no(que não é espaço-tempo) –
se converteu ou se converterá no.
Tudo muda. Tudo se movimenta. Tudo se transforma.O
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– no(que não é espaço-tempo) –
sempre foi, é e jamais deixará de ser o.
Oé imutável, inconversível e perpétuo.
Música de fundo:
Symphony Nº 2 - 3 (Adagio)
Compositor: Sergei Vasilyevich Rachmaninoff
Interpretação: · Berliner Philharmoniker · Maestro: Kirill Garrievich PetrenkoFonte:
https://www.youtube.com/watch?v=ulCn9LokbTY
Páginas da Internet consultadas:
https://mx.pinterest.com/tonocampos/gifs/
https://clipart-library.com/clipart/di45pRA5T.htm
https://www.etsy.com/uk/market/sergei_rachmaninoff
https://usagif.com/gif/outerspace-86/
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