Este estudo tem por objetivo apresentar para reflexão alguns excertos escolhidos (eventualmente editados) da obra Os Sonhos (O Que São e Quais as Suas Causas), de autoria de Charles Webster Leadbeater. Nesta obra, Leadbeater revela os complexos mecanismos do sono e dos sonhos, em particular os fatores que os determinam, os fenômenos ilustrativos da dramatização, da previsão e seus diversos simbolismos. Define, além disso, o que é a visão despida de fantasias, distinguindo os sonhos proféticos dos simbólicos e os nítidos e coerentes dos confusos e caóticos, além de comentar as várias experiências levadas a cabo sobre o estado onírico, para, finalmente, explicar os modos de preparar tanto a nossa parte física quanto a psíquica, tendo em vista a obtenção de sonhos confiáveis e iluminadores.
Nota Biográfica
Charles Webster Leadbeater (Londres, Inglaterra, 16 de fevereiro de 1847 – Perth, Austrália, 1º de março de 1934), foi sacerdote da Igreja Anglicana e Bispo da Igreja Católica Liberal, escritor, orador, maçom e uma das mais influentes personalidades da Sociedade Teosófica.
Excertos da Obra
Temos, em nosso corpo, um grande eixo central de matéria nervosa, que termina no cérebro; deste se irradia uma rede de fios de nervos em todas as direções. São esses fios de nervos, segundo a moderna teoria científica, que, por suas vibrações, transmitem ao cérebro as impressões de fora. O cérebro, recebendo tais impressões, as traduz em sensações ou percepções. Deste modo, se eu ponho a mão em algum objeto e sinto que está quente, não é realmente a minha mão que sente, mas, o meu cérebro, que está recebendo a informação que lhe comunicam as vibrações, por intermédio de seus fios telegráficos – os feixes de nervos.
Não é apenas por intermédio do cérebro que as impressões podem ser recebidas pelo homem. Quase exatamente coextensivo, e interpenetrando sua forma visível, há o duplo etérico (chamado 'linga sharira' na literatura teosófica, é o molde para a construção do corpo físico – o veículo da vida ou da força vital no homem), o qual também tem um cérebro, que é, em verdade, não menos físico que o outro, embora composto de matéria em estado mais sutil que o gasoso.
A parte etérica do baço absorve a Vida Uni[multi]versal, especializando-a em Prana, a fim de ser mais prontamente assimilável pelo corpo. O Prana percorre todo o corpo, ao longo dos fios nervosos, sob a forma de minúsculos glóbulos de agradável cor rósea, produzindo o Calor da Vida, a saúde e a atividade, para penetrar os átomos do duplo etérico, Quando as partículas róseas são absorvidas, o éter vital supérfluo, finalmente, se irradia do corpo em todas as direções, como luz de cor azul-claro.
A transmissão de impressões ao cérebro depende mais do seu fluxo regular ao longo da parte etérica dos fios nervosos do que da mera vibração das partículas de sua porção mais densa e visível, como geralmente se supõe.
Apesar de, à vista ordinária, ser invisível, a matéria no estado etérico é ainda puramente física, e está, por isso, sujeita a sofrer a influência do frio [geladura] ou do calor [queimadura].
Embora não seja absolutamente o próprio Éter Vital que realiza o trabalho de transportar as impressões externas para o cérebro do homem, a presença dele, especializada por esse mesmo homem, é decerto necessária para as transmissões ao longo dos fios nervosos.
![]()
Condução Saltatória
(Propagação de impulsos nervosos em axônios mielinizados,
nos quais o sinal "salta" entre os Nódulos de Ranvier)
Quando a quantidade de éter nervoso especializado pelo baço cai, por alguma razão, abaixo da média, se a pessoa estiver doente, poderá ter visões ou ver aparições completamente imperceptíveis a outrem de boa saúde.
A matéria etérica e a matéria mais densa, geralmente reconhecida como pertencente ao cérebro, são, ambas, partes de um só e mesmo organismo físico, e, desta forma, qualquer alteração em uma delas repercutirá instantaneamente na outra. [Nós não somos Allium cepa; somos uma unidade existencial.]
Este mecanismo deve operar em completa normalidade [harmonia]. O funcionamento irregular de uma das partes poderá entorpecer ou perturbar a receptividade do mecanismo, e ele está mais sujeito a aberrações durante o sono do que no estado de vigília.
O veículo astral é mais sensível às impressões externas do que os corpos físico e etérico, pois, ele é a própria sede de todos os desejos e emoções – o elo de ligação através do qual, unicamente, pode o ego colher as experiências da vida física. O corpo astral é peculiarmente suscetível à influência das correntes de pensamento que passam, e, quando a mente não exerce o necessário domínio sobre ele, está recebendo perpetuamente esses estímulos de fora, aos quais responde com ardência. Este mecanismo, como os outros, se deixa influenciar mais facilmente durante o sono do corpo físico.
Está registrado em uma Estância do Livro de Dzyan1: Aqueles que não receberam senão uma centelha permanecem desprovidos de entendimento: a centelha brilha debilmente. Em A Doutrina Secreta, Helena Petrovna Blavatsky explicou: Aqueles que não receberam senão uma centelha constituem a massa humana, que tem de adquirir sua intelectualidade durante a presente evolução manvatárica.
Atma – o Verdadeiro Deus dentro de nós – está muito além da necessidade de qualquer espécie de evolução que possamos imaginar.
Os vícios, ainda que, inevitavelmente, transmitidos vida após vida, não podem macular o Invólucro Superior. Apenas tornarão mais difícil o reconhecimento e a realização das virtudes opostas. Por outro lado, a perseverança no Caminho Reto logo se refletirá no corpo causal. O ego reencarnante está em processo de evolução [reintegração] permanente.
Arruinei e continuo arruinando.
Devastei e continuo devastando.
Massacrei e continuo massacrando.
Desarmonizei e continuo desarmonizando.
Corrompi e continuo corrompendo.
Separei e continuo separando.
Escravizei e continuo escravizando.
Assassinei e continuo assassinando.
,
até me Illuminar, Compreender,
me Libertar (de mim mesmo), e,
conscientemente, Ascensionar e me tornar
o Deus Unimultiversal que sempre fui.
Esta animação não é simbólica;
é exatamente isto o que acontece,
quando uma bomba explode em uma guerra:
minerais são arruinados,
vegetais são devastados,
animais e microorganismos são massacrados
e seres humanos são assassinados.
Na atualidade, a coisa está assim. E piorando!
Mas... Há um limite para piorar.
Já passou mais que da hora de a porca torcer o rabo.
O homem comum quase não faz esforço para frear [dominar] seus desejos, cobiças e paixões, mas, se deixa levar por aqui e por ali, como sugerem seus pensamentos ou desejos de ordem inferior. Daí porque no sono as diferentes peças do mecanismo se acham livres para operar quase inteiramente por conta própria, sem dependência do ego.
A visão, só por si, não é absolutamente suficiente para oferecer uma percepção exata. O discernimento do ego, atuando por intermédio da mente, é que conduz à identificação da coisa vista.
Quando o homem entra em sono profundo, os princípios superiores, com o veículo astral, invariavelmente, se ausentam do corpo físico, em cujas proximidades ficam pairando. A consciência, entretanto, ainda funciona no cérebro físico, não obstante o ego flutuar acima dele, mas, o seu alcance é muito menor do que o do homem em estado de vigília – de estar acordado, alerta e consciente de si e do ambiente.
Nos sonhos, na restrita consciência do cérebro físico não existe nada que possa comportar um sentimento de surpresa: simplesmente ele percebe as cenas como se apresentam à sua frente, carecendo de discernimento para ajuizar de sua seqüência ou da falta dela.
No cérebro adormecido, a Lei de Associação de Idéias continua ativa, mas, funciona sob curiosas limitações. Todas as associações de idéias, abstratas ou concretas, se convertem em mera combinação de imagens. E, porque a nossa associação de idéias atua quase sempre por sincronismo, em forma de acontecimentos que se sucedem uns aos outros, embora realmente sem nenhuma interconexão, facilmente se concebe como é comum a ocorrência de inextricável confusão nessas imagens, tanto mais que é praticamente ilimitado o seu número, e tudo o que se pode extrair do imenso reservatório da memória aparece sob a forma de imagens. Outra peculiaridade dessa curiosa consciência do cérebro é que, singularmente sensível às mais leves influências externas, ela ainda as aumenta e deturpa a um grau quase incrível. É no próprio cérebro físico que tem sede um sem-número de exageros e de confusões nas histórias de muitos dos fenômenos oníricos.
Os pensamentos são coisas. Todo pensamento fica impresso na essência elemental plástica, e gera uma entidade com vida temporária, cuja duração depende da energia do pensamento-impulso. Vivemos, portanto, no meio de um oceano de pensamentos alheios, os quais, estejamos acordados ou dormindo, constantemente, se apresentam à parte etérica do nosso cérebro, e, a partir do momento em que o deixamos ocioso, a corrente caótica principia sua invasão.
O homem ordinário não tem domínio sobre a mente. Quase nunca sabe exatamente o que está pensando em determinado momento ou por que lhe vem tal ou qual pensamento, e, em vez de orientar a mente para um rumo certo, consente que ela vagueie à vontade ou sem objetivo. E, assim, qualquer semente adventícia tangida pelos ventos encontra terreno propício para germinar e frutificar.
O verdadeiro pensamento se caracteriza pela concentração, e, não havendo esta, a debilidade da mente e da vontade faz com que, para o homem comum, sejam tão difíceis os primeiros passos na Senda do Progresso Oculto [e Iniciático].
No presente estágio da evolução da Humanidade, há mais pensamentos maus do que bons em circulação, tornando o homem exposto a toda sorte de tentações, que seriam de todo evitadas, se houvesse um pouco de atenção e esforço. No sono, então, a parte etérica do cérebro se acha ainda, mais do que normalmente, à mercê das correntes de pensamento, uma vez que nessa ocasião o ego está em associação menos íntima com ele.
É no corpo astral que o ego funciona durante o sono.
Nas pessoas pouco desenvolvidas, o corpo astral só é receptivo às vibrações mais grosseiras e impetuosas do desejo, e, durante o sono, é incapaz de se afastar além de alguns metros do corpo físico, mas, à medida que a pessoa se adianta em evolução, a nuvem ovóide vai ganhando contornos mais definidos, enquanto a figura no interior assume o aspecto de uma imagem quase perfeita do corpo físico. No corpo astral de um ser humano altamente evolucionado, praticamente, já não existe matéria grosseira para responder às vibrações abjetas.
Em todos os casos, o corpo astral é extremamente impressionável por qualquer pensamento ou sugestão que implique desejo, embora em algumas pessoas os desejos de mais fácil repercussão sejam de caráter mais elevado do que em outras.
Ao acordar, uma pessoa poderá ter total esquecimento das coisas até à de plena e perfeita consciência no plano astral, conquanto seja natural e relativamente rara esta última condição. E assim, uma vez desperto o corpo físico, geralmente, só resta a mais confusa lembrança, ou mesmo nenhuma, do que efetivamente sucedeu durante o sono.
O fato é que, ao dormirmos, poderemos visitar cenários distantes de incalculável beleza, como manter e trocar idéias com amigos, vivos ou mortos, que estejam igualmente despertos no plano astral. Também é possível que tenhamos a felicidade de encontrar pessoas cujos conhecimentos sejam superiores aos nossos, e que nos proporcionem conselhos e instruções. Poderemos, por outro lado, gozar do privilégio de ajudar e consolar os que sabem menos do que nós e que estejam precisando de ajuda. E, ainda, também entrar em contato com entidades não-humanas de várias espécies, como, por exemplo, Espíritos da Natureza e Devas (ainda que raramente). Estaremos, em suma, durante o sono, sujeitos a vários tipos de influências: benéficas ou maléficas, encorajadoras ou apavorantes.
Durante o sono, as percepções do tempo e do espaço são totalmente diferentes das que são costumeiras em nossa vida de vigília. É como se, para nós, não existissem nem o tempo nem o espaço [espaço-tempo].
O espaço-tempo não passa de uma
limitação de nossa consciência inferior.
O ego, quando fora do corpo [em projeção], é capaz de perceber com absoluta instantaneidade e sem o uso dos nervos. Conseqüentemente, é sabedor do que acontece justamente naquela infinitesimal fração de segundo, antes que a informação chegue ao cérebro físico.
À medida que se processa a evolução, o Homem Real passa a compreender sua posição na atual encarnação e suas responsabilidades unimultiversais.
O homem que alcançou a continuidade de consciência se encontra de tal modo absorvido em seu trabalho nos planos mais elevados, que lhe não sobra energia para outras coisas, e, por isso, deixa de sonhar, não dramatizando mais os eventos do dia-a-dia.
O livre-arbítrio existe, sim. Por isto, a presciência [conhecimento do futuro, previsão, pressentimento] só é possível dentro de certos limites. Seja como for, no plano onde se faz visível o resultado de todas as causas atualmente em jogo, é possível ser predita extensa parte do futuro, inclusive nos seus pormenores.
Animação Pictórico-simbólica porém, absolutamente verdadeira
Entrelaçamento Quântico Unimultiversal Indestrutível
[Poderemos até nos matar, mas, não nos desentrelaçaremos.]
Entrelaçamento Quântico Unimultiversal Indestrutível
[Poderemos até nos matar, mas, não nos desentrelaçaremos.]
Entrelaçamento Quântico Unimultiversal Indestrutível
É na projeção dos efeitos a partir de causas já existentes que se baseia todo o esquema da Astrologia.
Quando passamos a lidar com um homem desenvolvido – um homem dotado de Conhecimento e Vontade – então, a profecia falha, porque já não é ele a criatura das circunstâncias, senão o senhor de quase todas elas, pois, os acontecimentos principais de sua vida são dispostos de antemão pelo seu karma passado.
Um homem de Vontade Forte [um Iniciado, por exemplo] poderá, recorrendo ao emprego de Forças Novas [e Poderosas], fazer variar os resultados kármicos.
É certo que poderemos modificar o nosso futuro mediante o exercício de uma Vontade Firme e Concertada.
Os seguintes os fatores são capazes de influir na produção dos sonhos:
1º) posse de certos Poderes os quais transcendem os que geralmente possuímos em nosso estado normal de vigília;
2º) agitação do corpo astral com turbulentas ondas de emoção [desejos, cobiças e paixões];
3º) incessante procissão de quadros sem conexão entre si na parte etérica do cérebro; e
4º) semiconsciência infantil e hábito de expressar todos os estímulos em forma pictórica.
A Verdadeira Visão [Transintuição] não pode ser propriamente classificada como sonho; é um caso em que o ego vê a ocorrência de algum fato em um Plano Superior da Natureza, diretamente ou por inspiração de uma Entidade Mais Adiantada.
O sonho profético deve ser também atribuído exclusivamente à ação do ego, que o prevê por si mesmo ou se inspira em algum acontecimento futuro, para o qual deseja preparar sua consciência de vigília. É possível certo grau de certeza e veracidade nesta antevisão, conforme a capacidade do ego para captar os fatos e, tendo-os captado, imprimi-los no cérebro de vigília.
O sonho simbólico também é um trabalho do ego, e em verdade quase pode ser definido como uma variante, de menos efeito, da categoria precedente (sonho profético), porquanto, afinal de contas, corresponde a uma tentativa do ego, imperfeitamente traduzida, no sentido de transportar uma informação até o futuro.
O sonho nítido e coerente pode, às vezes, significar uma reminiscência, mais ou menos exata, de uma verídica experiência astral por que tenha passado o ego quando se encontrava fora do corpo físico adormecido. Ou, talvez, mais freqüentemente, a dramatização, pelo ego, da impressão produzida por um insignificante som ou contato físico, ou ainda de alguma idéia passageira que lhe houvesse ocorrido.
O sonho confuso é o mais comum de todos, e pode ser apenas a impressão, mais ou menos fiel, de uma série de quadros sem conexão entre si e de transformações impossíveis produzidas pela ação automática e sem lógica do cérebro físico inferior. Pode ser a reprodução de correntes de pensamentos ocasionais que hajam cruzado a parte etérica do cérebro, se nele tomam parte imagens sensoriais de qualquer espécie. Deve-se isso à sempre agitada maré de desejos terrenos, provavelmente estimulados por influências ímpias do mundo astral. Pode, enfim, ser devido a uma tentativa imperfeita de dramatização por parte de um ego não desenvolvido ou a uma combinação inextricável de vários ou de todos esses fatores.
Geralmente, o que acontece é que a corrente contínua de formas-pensamento estranhas, que passam pelo nosso cérebro, constituem obstáculos, distraindo-o e tornando-o impermeável às influências dos nossos Princípios Mais Elevados.
É possível impressionar o ego de uma forma suficiente, para torná-lo capaz de se recordar do que se passou durante o sono, quando vier a despertar.
Quando os desejos, [as cobiças e as paixões] se mostram menos ativos, o nosso ego assume um grau muito mais elevado de consciência.
Contravenenos: Generosidade/Altruísmo + Misericórdia/Amor + Meditação/Sabedoria
A lembrança de nossos sonhos é, na maioria das vezes, caótica e incoerente. Incidentemente, explicam também porque algumas pessoas – em que o ego não está desenvolvido e são fortes os desejos mundanos de várias espécies – nunca sonham, e porque muitas outras são capazes não raro (quando favoráveis as circunstâncias), de trazer uma confusa recordação da aventura noturna. [Tudo isto, de fato, está intimamente relacionado e amalgamado ao nosso desenvolvimento espiritual.]
Se, em nossa consciência de vigília, desejarmos colher os frutos do que o nosso ego apreendeu durante o sono, é absolutamente necessário adquirir o domínio dos nossos pensamentos, subjugar todas as paixões medíocres e subalternas e afinar a mente com coisas nobres e elevadas. [Quanto mais apegados formos e estivermos às coisas materiais, mais... Menos...]
Algumas Crueldades + Miragens + Ilusões Humanas
Precisamos apreender a ouvir tão-somente as sugestões e as informações do nosso Eu Superior, nos recusando a receber e fazer eco às correntes ocasionais e ilusórias do oceano de pensamentos circundante. Deste modo, não seremos mais impermeáveis às influências dos Planos Superiores, onde o discernimento é mais apurado e o juízo mais verdadeiro, do que no plano inferior da nossa existência. [Isto significa e se resume em estar Solidariamente, Altruística e em Serviço no mundo, sem ser do mundo.]
A execução consciente de um ato elementar de Magia Branca poderá contribuir para nos ajudar a adestrar a parte etérica do nosso cérebro.
Animação Simbólica
[Não é necessário permanecer em posição de lótus para meditar.]
1º Exercício Esotérico Importante: quando formos nos deitar para dormir, pensemos na aura que nos envolve, e desejemos, com firmeza e determinação – [RAH... MAH...] – que a superfície da nossa aura se converta em uma concha de proteção [um campo eletromagnético] contra a invasão de influências estranhas. Certamente, a matéria áurica obedecerá ao nosso pensamento [comando mental] e formar-se-á, realmente, uma concha protetora em nosso derredor, evitando e nos preservando de uma eventual corrente de influências indesejáveis e perniciosas.
Aura Humana
(Animação Estritamente Simbólica)
2º Exercício Esotérico Importante: o nosso último pensamento, antes de adormecermos – que terá influência substantiva e efetiva sobre nós, tanto física como moral e mentalmente – deverá estar voltado para coisas dignas, nobres e elevadas, focando o nosso pensamento no mais alto nível de que sejamos capazes. Isto fará com que o nosso repouso seja suave e tranqüilo, de tal forma que a nossa mente se abra às impressões dos Planos Superiores, fechando-se totalmente para as vibrações inferiores. [Uma boa prática é nos colocarmos amorosa e psiquicamente em Serviço Coletivo – como fazem os Discípulos Ativos do Novo Grupo de Servidores do Mundo, em todos os países – para auxiliarmos na efetivação da paz e da harmonia mundiais, e acudirmos, socorrermos e orientarmos todos os nossos irmãos (sem exceção) que estiverem precisando de ajuda. Não podemos esquecer jamais de que
]
Se nós perseverarmos em dirigir a nossa [personalidade-]alma para o Alto – [para o Svmmvm Bonvm Universale] – os nossos sentidos internos, afinal, começarão a se desenvolver. A LLuz dentro do nosso Santuário Interior brilhará com mais e mais intensidade, até atingir Consciência Plena e Contínua. E, então, deixaremos de sonhar. Dormir, para nós, já não significará mergulhar no esquecimento, mas, somente caminhar para frente, com alegria e decisão, rumo àquela existência mais integral e mais sublime, onde a nossa [personalidade-]alma estará sempre aprendendo, ainda que, o tempo todo, seja dedicado ao Serviço, porque Servir é a mais gloriosa tarefa, e assim, deveremos ajudar sempre, até o extremo limite das nossas forças, nesta Obra que jamais termina – a Obra dos Mestres, cuja finalidade é auxiliar e guiar a evolução da Humanidade.
_____
Nota:
1. As Estâncias de Dzyan são pergaminhos antigos de origem tibetana, originalmente escritos na Língua Sagrada Senzar, e formaram a base da obra A Doutrina Secreta (1888), de autoria de Helena Petrovna Blavatsky (Ekaterinoslav, Império Russo, atualmente na Ucrânia, 12 de agosto de 1831 – Londres, 8 de maio de 1891), uma das obras fundamentais do Movimento Teosófico e do Esoterismo Iniciático.
Música de fundo:
Dream (When You're Feeling Blue)
Composição: Johnny Mercer
Interpretação: Frank SinatraFonte:
https://www.youtube.com/watch?v=fswmAzy3i4w
Páginas da Internet consultadas:
https://diplomatique.org.br/operacao-condor-montando-quebra-cabecas/
https://guns-gore-cannoli-wiki.fandom.com/wiki/Lupara
https://caricaturistavinicius.blogspot.com/
https://www.istockphoto.com/br/ilustra%C3%A7%C3%B5es/banquete
https://www.luxurybrandjewellery.com.au/
https://www.istockphoto.com/br
https://br.freepik.com/vetores/caveira-lado
https://www.daissen.org.br/os-tres-venenos-da-mente/
https://pixabay.com/gifs/search/thinking/
https://giphy.com/explore/blue-dots
https://pt.wikipedia.org/wiki/Caibalion
https://www.editoraonline.com.br/
https://caccioppoli.com/Animated%20gifs/Magician/
https://pt.picmix.com/stamp/wizard-bowing-1996136
https://tenor.com/pt-BR/search/bad-dream-gifs
https://br.pinterest.com/pin/288934132358965358/
https://www.shutterstock.com/pt/
https://br.pinterest.com/pin/explore-the-best-ani
mated-explosion-gifs--259238522292644797/https://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A2ncias_de_Dzyan
https://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Webster_Leadbeater
Direitos autorais:
As animações, as fotografias digitais e as mídias digitais que reproduzo (por empréstimo) neste texto têm exclusivamente a finalidade de ilustrar e embelezar o trabalho. Neste sentido, os direitos de copyright são exclusivos de seus autores. Entretanto, como nem sempre sei a quem me dirigir para pedir autorização para utilizá-las, se você encontrar algo aqui postado que lhe pertença e desejar que seja removido, por favor, entre em contato e me avise, que retirarei do ar imediatamente.