FANTASIAS BLAVATSKYANAS

 

 

Nem eu entendi o significado desta animação!

 

 

Rodolfo Domenico Pizzinga

 

 

Que cada um de nós tenha sempre a coragem de dizer a si mesmo: " Devo ser fiel a mim mesmo". E, na intimidade e no segredo de sua própria meditação, procure não ignorar nenhuma falha nem se desculpar por nada. Que cada um de nós aprenda a diagnosticar suas próprias palavras, ações e motivações, e a chamar todas as coisas por seus verdadeiros nomes. Somente assim cada um de nós se exercitará na Discriminação Espiritual e aprenderá a reconhecer a Verdade em todas as coisas. Somente assim cada um de nós alcançará a Realidade [Atualidade Imodificável] e conhecerá o seu Verdadeiro Eu. [Somente assim cada um de nós conseguirá amordaçar os seus demônios interiores fabricados, e merecerá, um Dia, se tornar um Discípulo em Espera da G.'. L.'. B.'.] [In: A Alma: a Qualidade de Vida, obra telepatizada por Djwhal Khul – Mestre Ascensionado da Grande Loja Branca – para a pesquisadora e escritora espiritualista de origem inglesa Alice Ann Bailey.]

 

Sempre chamei desinteresse de malandrice bacana e indispensável,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

 

 

Sempre chamei omissão de perspicácia proveitosa,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei intolerância de autoproteção imprescindível,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei preconceito de sobrevivência indeclinável,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre achei que os imigrantes somalis são um "lixo" e que a Somália "fede",
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu Verdadeiro Eu.

 

 

Sempre quis transformar a Faixa de Gaza em uma bela Riviera do Oriente Médio,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu Verdadeiro Eu.

 

Faixa de Gaza ---› Bela Riviera do Oriente Médio (Mas, Só Para Quem For Podre de Rico)

 

Sempre quis ser o imperador dos imperadores do mundo,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu Verdadeiro Eu.

 

 

Sempre fui sócio proprietário do clube dos negacionistas climáticos,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu Verdadeiro Eu.

 

 

Sempre ameacei o Ocidente com uma terceira guerra mundial nuclear,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

 

Se a Europa quiser guerra, estamos prontos. ().
[Guerra é como jogo da velha e traque em igreja:
ninguém ganha e ninguém sabe quem traqueou.
Terá sido o reverendo? Ou terá sido o coroinha?
Isso é dessas coisas que morreremos sem saber!
Ora bolhas! Uma pergunta: É verdade ou não é?]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sempre chamei separatividade de necessidade inevitável,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei protecionismo de patriotismo a qualquer preço,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

 

 

Sempre chamei o Estado de Direito Brasileiro de Festa da Selma,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

 

 

 

Sempre chamei o    de Líder de todos os líderes,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre torci para o dar uma tareia no ,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre torci para o livrar o mundo do ,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre torci para o bigodear o povo venezuelano,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei o senhor Jair Bolsonaro de Mito Salvador,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

 

 

Sempre chamei o senhor de Meu Ídolo,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei a Democracia Brasileira de 'democracia-pra-enganar-zé-dos-anzóis',
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

 

Sempre chamei o de supremo ,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

 

Sempre chamei o de ministério do entrave diplomático,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei guerra justa de 'razão de Estado'1,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei imigrante de estorvamento improgressivo,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei o diferente de desnecessário e impertinente,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei a concórdia de babaquice sem proveito,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei a 'Paz Profundis' de inutilidade pusilânime,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei a solidariedade de improdutividade dispendiosa,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei a fraternidade de perda de tempo,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei o 'Fiat Voluntas Tua' de cagaço vacilante,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei o Entrelaçamento Quântico Unimultiversal de delírio inexistente,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei 'cogito, ergo sum' de 'cogito, ergo non sum',
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei a 'res cogitans' de 'mora vitæ',
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei o 'carpe noctem' de 'carpe vitam',
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei o 'rico vacilón' de 'mierda de cha cha cha',
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei 'una cara bonita' de 'nariz de raton',
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

Sempre chamei de fantasias blavatskyanas,
e, por isto, invariavelmente, me dei muito mal,
nunca consegui me exercitar na
Discriminação Espiritual,
nunca aprendi a reconhecer a Verdade
e nunca conheci o meu
Verdadeiro Eu.

 

 

 

 

 

 

_____

Nota:

1. Razão de Estado (em italiano: Della Ragion di Stato) é uma obra de Filosofia Política do pensador, sacerdote, poeta e diplomata italiano Giovanni Botero (cerca de 1544 – 23 de junho de 1617), publicada em 1589. O livro popularizou o termo razão de Estado, que se refere ao direito de os governantes agirem de maneiras que contrariem os ditames do Direito Natural e Positivo, com o objetivo primordial de adquirir, preservar e ampliar o domínio do Estado, para ser usado em benefício público. Esta forma de pensar a moralidade do Governo surgiu no final do século XV e permaneceu predominante até o século XVIII. Botero defendia o papel político autoritário da Igreja Católica e criticava os métodos de governança, por ele considerados imorais, associados ao diplomata florentino, autor, filósofo e historiador Niccolò di Bernardo dei Machiavelli (3 de maio de 1469 – 21 de junho de 1527), cuja obra mais conhecida é Il Principe (O Príncipe), na qual desenvolveu uma série de conselhos e recomendações para que o príncipe pudesse governar da forma mais efetiva possível, de tal sorte que, segundo Machiavelli, a pura bondade poderia ser uma falha do Governo e não uma qualidade. Portanto, cabe ao príncipe, afirmou Machiavelli, desenvolver sua virtù e criar estratégias para estar sempre preparado para os imprevistos, revertendo a fortuna sempre a seu favor e criando oportunidades favoráveis, mesmo nas mais agudas crises.

 


 

Música de fundo:

Rico Vacilón
Composição e interpretação: Marino Marini

Fonte:

https://www.youtube.com/watch?v=_elCtqZNYwA

 

Páginas da Internet consultadas:

https://www.elperiodico.com/es/

https://superawesomevectors.com/superman-free-vector/

https://www.yahoo.com/entertainment/supe
rman-lex-luthor-special-1-225706644.html

https://br.pinterest.com/pin/260012578469598030/

https://pt.vecteezy.com/vetor-gratis/coringa-batman

https://www.gazetadopovo.com.br/

https://pt.dreamstime.com/

https://gifer.com/en/4ttu

https://gifer.com/en/3sqz

https://giphy.com/explore/skeleton-walking-stickers

https://www.shutterstock.com/zh-Hant/

https://www.dreamstime.com/

https://www.nbcnews.com/news/world/putin-war-n
umbers-year-russia-ukraine-invasion-rcna68326

https://research.reading.ac.uk/research-blog/2017/01/16/w
hat-is-wrong-with-donald-trumps-denial-of-climate-change/

https://hritc.co/16226?lang=en

https://www.deviantart.com/

https://brasilescola.uol.com.br/geografia/somalia.htm

https://www.todamateria.com.br/o-principe-de-maquiavel/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavel

https://pt.wikipedia.org/wiki/Giovanni_Botero

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2022/08/01/interna_politica,138385
7/em-prisao-domiciliar-roberto-jefferson-lanca-candidatura-a-presidencia.shtml

https://www.youtube.com/watch?v=le2p6diRrdk

https://seeklogo.com/vector-logo/8313/amigo-da-onca

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Direitos autorais:

As animações, as fotografias digitais e as mídias digitais que reproduzo (por empréstimo) neste texto têm exclusivamente a finalidade de ilustrar e embelezar o trabalho. Neste sentido, os direitos de copyright são exclusivos de seus autores. Entretanto, como nem sempre sei a quem me dirigir para pedir autorização para utilizá-las, se você encontrar algo aqui postado que lhe pertença e desejar que seja removido, por favor, entre em contato e me avise, que retirarei do ar imediatamente.