O DEVER DE CASA

 

 

 

 

Rodolfo Domenico Pizzinga

 

 

Ajudar os outros? Sim, sempre.
Custe o que custar. Independentemente do sacrifício.
Amorosamente
e impessoalmente.
Sem exceções. Sem escolhas. Sem preferências.

 

 

Nos processos interligados de morte [Grande Aventura Pessoal] e reencarnação [Lei do Renascimento], é possível se observar o fluxo e o refluxo das Leis Imutáveis da Força, que se manifesta em todos Sistemas do Uni[multi]universais. Particularmente, isto também pode ser observado no processo da vida humana, na Terra, pois, algumas vidas são aparentemente passivas e inconseqüentes, lentas e inertes, do ponto de vista da experiência da [personalidade-]alma, enquanto outras são vibrantes, repletas de experiências e desenvolvimento. Portanto, devemos nos lembrar destas diferenças e levar isto em conta, quando tentarmos ajudar as outras pessoas. Logo, precisamos aprender a utilizar corretamente e a bem direcionar a Energia Cósmica, pois, se a ajuda dada por nós for mal orientada, poderá prejudicar e até arruinar vidas, mas, se for usada com S[h]abedoria, resultará em um serviço concertado, pleno e frutífero. [Mais uma vez, recordo que não devemos interferir a bangu e no peito e na raça na experiência educativa cármica de ninguém. Para todos nós, a nossa Terra Azul é, digamos assim, como se fora uma espécie de universidade, e as nossas encarnações são, por assim dizer, os períodos de aprendizagem. Compreender, aprender, avançar, mudar de período e se formar são atribuições pessoais, individuais e insubstituíveis. Agora, podemos ajudar os outros? Mais do que podemos, devemos. Amorosamente, sempre e impessoalmente. Sem exceções, sem escolhas e sem preferências. Mas, jamais deveremos fazer o dever de casa pelos outros, que cabe a eles (e a cada um e nós) fazer.] [In: A Alma: a Qualidade de Vida, obra telepatizada por Djwhal Khul – Mestre Ascensionado da Grande Loja Branca – para a pesquisadora e escritora espiritualista de origem inglesa Alice Ann Bailey.]

 

 

[Animação Estritamente Simbólica]

 

Dentro de mim,
chovia muito, trovejava e fazia um frio das arábias.
Era noite. Media nox. Eu estava no vale,
e quis escalar a montanha.
Não tive força. Fraquejei. Não consegui.
Com dignidade, paciência e humildade,
como Sâr Hieronymus, admiti:
Eu não S[h]ei mesmo nada.

 

[Animação Estritamente Simbólica]

 

Continuava a chover, a trovejar
e a fazer um frio danado dentro de mim.
No meio da montanha,
eu quis subir mais rápido.
Não tive força. Fraquejei de novo. Não consegui.
Com dignidade, paciência e humildade,
como Sâr Hieronymus, tornei a admitir:
Eu (ainda) continuo não S[h]abendo nada.
Mas, não desisti. Nem um segundo.
Continuei a peregrinar e a lutar o Bom Combate.

 

[Animação Estritamente Simbólica]


Então, um Dia, o meu Sol Interior nasceu.
Belo! Azul! In Corde!
Tornei-me capaz de sonhar,
sem fazer dos sonhos meus senhores,
e de arriscar, sim,
em uma única parada,
tudo quanto eu havia ganho em toda a minha vida,
pois, enfim, eu havia completado
o meu dever de casa direitinho.
Minha personalidade-alma
já não era mais pequena,
e, definitivamente, eu me Transmutara
em um Discípulo Aceito da G.'. L.'. B.'.

De pé, já no pico da montanha,
eu não tive mais vontade de descer
nem mesmo de continuar a sonhar.
Nem sequer eu via mais o vale!
O vale se tornara passado,
que não mais me atraía, encantava, empolgava ou seduzia.
As miragens e as ilusões haviam se dissipado.
Eu estava no mundo, porém, não era mais do mundo.
Eu me desapegara de tudo – e até de mim mesmo! –
e já S
[h]abia um tiquinho.
Só um tiquinho. Bem pouquinho.
E, tal qual Sâr Hieronymus,
dentro do possível, tendo cumprido minha missão na Terra,
alegre, parti para a minha deslumbrante Grande Aventura,
para sondar o Eterno Insondável,
que dá a mão a todos nós por sobre o muro
– muro que parimos com as nossas miragens e ilusões delirantes.

Milagre não existe.
Privilégio não existe.
Escolhidos a priori não existem.
Mas, nós nunca estivemos,
não estamos
e jamais estaremos sozinhos!
Mas, teremos que terminar o nosso dever de casa.

 

 

O Eterno Insondável, que nos dá a mão por sobre o muro.
[Animação Estritamente Simbólica]

 

 

O Eterno Insondável, que nos dá a mão por sobre o muro.
[Animação Estritamente Simbólica]

 

 

 

 

 

 

Música de fundo:

Caprice Viennois
Compositor: Friedrich "Fritz" Kreisler
Interpretação: Kinga Augustyn (violino) & Alla Milchtein (piano)

Fonte:

https://www.youtube.com/watch?v=gJ0vn_zMbEc

 

Páginas da Internet consultadas:

https://gifer.com/en/gifs/dodecahedron

https://in.pinterest.com/preethi4178/no-gif/

https://www.clker.com/clipart-navy-blue-sun.html

https://pngimg.com/image/51253

https://pixabay.com/gifs/storm-rain-weather-typhoon-7952/

https://br.pinterest.com/pin/396527942182449090/

https://emam101.itch.io/helping-hand

https://www.vecteezy.com/

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https://commons.wikimedia.org/wiki/Main_Page

https://tenor.com/pt-BR/view/help-gif-16656758466813580123

 

Direitos autorais:

As animações, as fotografias digitais e as mídias digitais que reproduzo (por empréstimo) neste texto têm exclusivamente a finalidade de ilustrar e embelezar o trabalho. Neste sentido, os direitos de copyright são exclusivos de seus autores. Entretanto, como nem sempre sei a quem me dirigir para pedir autorização para utilizá-las, se você encontrar algo aqui postado que lhe pertença e desejar que seja removido, por favor, entre em contato e me avise, que retirarei do ar imediatamente.